SENADO VOTA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA – VOCÊ É CONTRA OU A FAVOR?

VEJA ALGUMAS DAS PRINCIPAIS MUDANÇAS

Aposentadoria – O texto prevê que não será mais possível se aposentar por tempo de contribuição, de modo que todos os trabalhadores do setor público e privado, com exceção de algumas categorias como policiais e professores, terão que trabalhar até 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens).

Transição – Quem está trabalhando pode se aposentar antes dos 62 e 65 anos. Terá de entrar em uma das regras de transição – todas exigindo tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e de 30 anos para as mulheres. Regras válidas apenas para trabalhadores da iniciativa privada. Para os servidores há duas regras, uma para quem entrou antes e outra para quem ingressou depois de 2003.

Previdência rural  – Sem mudanças, a idade mínima segue sendo de 55 anos para as mulheres e de 60 anos de para os homens.

Tempo de contribuição – A reforma estabelece 20 anos como tempo mínimo de contribuição para aposentadoria para os homens, e 15 para as mulheres!

Contribuição Previdenciária – Será progressiva, com cobrança menor de quem ganha menos e maior de quem ganha mais. Hoje as alíquotas variam de 8% a 11% no INSS. Com a reforma, passam de 7,5% a 14%. No setor público, começará com 7,5% e poderá chegar até 22%.

Teto salarial –  Fixação do teto do Regime Geral da Previdência (RGPS) para todo mundo, inclusive os parlamentares. Hoje ele é de R$ 5.839,45

Piso salarial – Ao manter o piso do INSS em um salário mínimo, a reforma também garante que os trabalhadores mais pobres não terão redução de benefício.

Pensão por morte – Nenhuma pensão poderá ser inferior a um salário mínimo.

Benefício de prestação continuada – Rejeitada a redução, proposta pelo Executivo, do valor do BPC (benefício pago a idosos muito pobres com mais de 65 anos ) que seria de 600 reais. Ficou em um salário mínimo.

Abono salarial  –  Deve ser pago a trabalhadores “de baixa renda” e não apenas quem ganhar 1 salário mínimo, como estava no texto original da PEC. A faixa de renda passa a ser transitoriamente de R$ 1.364,43 (critério atual do salário família).

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  1. Injustiça com nós mulheres,
    Mto difícil conseguir trabalhar depois dos 50 p conseguir pagar autônomo.
    Serviço pesado de faxina e ainda chegar em casa tem dupla jornada.
    Mto difícil conseguir pagar por mais de 15 anos.
    Acho uma covardia.
    Não nos decepcione Kajuru.

  2. Não concordo pois só prejudica os mais pobres e beneficia os mais ricos .retira direitos de pobre é fácil. Porque não retira os previlegios da clace pulitica e dos ricos .

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