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Ala do PT defende que Lula não se entregue no prazo estipulado

Postado por TVKajuru.com | 05/04/2018 às 10:59h

Petistas defendem que Lula não se entregue em prazo definido por Moro

Ala sugere que ex-presidente aguarde possível liminar no STF ou espere PF em sindicato


SÃO BERNARDO DO CAMPO - Lideranças petistas defendem que o ex-presidente Lula aguarde a possibilidade do ministro Marco Aurélio Mello conceda uma liminar na ação protocolada pelo advogado Antonio Carlos de Almeida, o Kakay, antes de se apresentar à Polícia Federal.

 

Uma hipótese discutida no partido é que Lula não se apresente à polícia e espere a PF ir prendê-lo no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo, onde milhares de pessoas se reúnem para apoiá-lo.

 

Se decidir se apresentar, Lula só deve fazer isso perto do prazo final dado pelo juiz Sergio Moro. O magistrado decidiu que o petista deve se apresentar até 17h desta sexta-feira.

 

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) defendeu, em sua conta no Twitter, que Lula não se entregue em Curitiba, como foi determinado por Moro.

 

À noite, Lula foi ao Sindicato dos Metalúrgicos à noite, onde se reuniram sindicatos, movimentos sociais e outros aliados.

 

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e movimentos de esquerda como Frente Brasil Popular, União da Juventude Socialista do PCdoB e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) chamaram a militância para um ato em defesa de Lula no sindicato.

Um dia após o Supremo Tribunal Federal (STF) negar o pedido de habeas corpus preventivo de Lula, Sergio Moro determinou que o ex-presidente se entregue à Polícia Federal em Curitiba até as 17h desta sexta-feira para início da execução da pena de 12 anos e um mês no caso tríplex do Guarujá.

Na ordem de prisão, Moro vedou a utilização de algemas em qualquer hipótese e informou que foi preparada uma sala reservada, espécie de “sala de Estado Maior”, na própria Superintência da Polícia Federal, para início do cumprimento da pena. Nela, Lula ficará separado dos demais presos, “sem risco para a integridade moral ou física”.


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