TvKajuru | Só Verdades

Compartilhar pelo whatsapp

Assessora parlamentar sofre tentativa de estupro dentro da Câmara de Goiânia

Postado por TVKajuru.com | 01/03/2017 às 06:04h

Alana trabalha no gabinete da vereadora Dra. Cristina, que denunciou abusos contra mulheres na semana passada

Homem foi preso pela Guarda Civil Metropolitana e levado para a delegacia | Foto: Reprodução / Facebook

Na tarde desta quarta-feira (1º/3), uma assessora da vereadora Dra. Cristina Lopes, Alana, sofreu uma tentativa de estupro na Câmara Municipal de Goiânia. A jovem foi ao banheiro quando um homem que estava escondido no local a atacou.

Ao Jornal Opção, a vereadora contou que o homem estava em uma das cabines. A assessora entrou no banheiro e se dirigiu à outra cabine. O suspeito tentou, então, entrar nessa cabine por baixo da porta. Alana se levantou e saiu correndo do banheiro.

Ao escutar os gritos, o vereador Zander Fábio (PEN) saiu de seu gabinete e conseguiu segurar o homem. Em seguida, a Guarda Civil Metropolitana foi chamada e levou o suspeito algemado para a delegacia.

Em sua página no Facebook, o vereador Jorge Kajuru (PTN) denunciou o caso. “Um homem cafajeste entrou na Câmara e não poderia entrar. Ele foi ao banheiro feminino e cometeu este crime”, afirmou.

O parlamentar ressaltou, ainda, que se o suspeito tivesse escapado, não haveria nenhuma imagem dele, já que as câmeras da Casa não estão funcionando. Ele afirmou, ainda, que o presidente da Câmara, Andrey Azeredo (PMDB), disse que irá solucionar o problema.

Dra. Cristina ressaltou que na última semana já havia denunciado que as mulheres vinham sido assediadas dentro da Casa. “Precisamos ter mais segurança. A Câmara está vulnerável, é perigoso. Essa foi uma tragédia anunciada. A Alana está aos prantos, não está nem conseguindo falar”, disse.

Após a denúncia feita na última terça-feira (21/2), Andrey Azeredo classificou a situação como “inaceitável” e prometeu “ação firme” contra qualquer tipo de abuso. “Sabemos do constrangimento mas precisamos de ser comunicados formalmente, pois isso é caso de polícia”, disse.


Compartilhar em:


PUBLICIDADE